A tua verdade já não desperta em mim tanto desejo,
O que me desperta agora é essa maldita redundância.
Perdido em caminhos desenhados por mim mesmo.
Frustração é clamar pela infância que acabou,
Infância boa, sem o coração na mão... Apenas arranhões.
Sem problemas de conflitos mentais... Apenas dúvidas.
As dúvidas não se foram, ainda tenho muitas.
Quase todas sobre ti.
Na verdade, tudo é sobre ti.
Se respiro é por ti, e se me falta o ar a culpa é tua.
Joguei no vento a vontade de encontrar no amor uma beleza pura,
Sabe aquela beleza que sempre se vai?
Joguei tudo no vendo, até as faltas que me faltavam.
A saudade que apertava, e a minoria das risadas.
Tomara que vente bastante ai,
Talvez tu consigas sentir o que não pôde ver.
19 outubro, 2011
13 outubro, 2011
S.
Aquele dia foi doce, você foi doce.
Durou tão pouco, uma noite.
Seu sorriso me faz rir, tua voz infantil.
Felicidade instantanêa ao te ver.
Seu tchau ? Só traz melancolia.
Agora está amargo, os dias e as noites.
O pensamento em você e no que durou pouco.
Preciso beijar a sua boca, provar novamente do teu mel.
Só mais uma vez.
Só mais uma noite.
Durou tão pouco, uma noite.
Seu sorriso me faz rir, tua voz infantil.
Felicidade instantanêa ao te ver.
Seu tchau ? Só traz melancolia.
Agora está amargo, os dias e as noites.
O pensamento em você e no que durou pouco.
Preciso beijar a sua boca, provar novamente do teu mel.
Só mais uma vez.
Só mais uma noite.
04 setembro, 2011
Sinto dizer.
Sinto falta do mel da sua boca,
Da seiva bruta do amor mais puro que não tive.
Sinto falta da saudade, pois há tempos não a sinto.
Sinto dizer deixa pra lá, tenho caído constantemente.
Aceito o sentimento de bom grado.
De bom grado espero e não me canso. Frustração.
Por que mentes? Sinto-me mal.
Pois, já não sinto nada.
Faltam-me os dizeres? Não.
Falta-me quem os ouça.
Sinto dizer que espero você.
Quero chamar, mas não há um por que.
Então espero de bom grado.
Sinto dizer: Meu coração não pulsa.
Não há fluído, não há seiva, não há mel.
Da seiva bruta do amor mais puro que não tive.
Sinto falta da saudade, pois há tempos não a sinto.
Sinto dizer deixa pra lá, tenho caído constantemente.
Aceito o sentimento de bom grado.
De bom grado espero e não me canso. Frustração.
Por que mentes? Sinto-me mal.
Pois, já não sinto nada.
Faltam-me os dizeres? Não.
Falta-me quem os ouça.
Sinto dizer que espero você.
Quero chamar, mas não há um por que.
Então espero de bom grado.
Sinto dizer: Meu coração não pulsa.
Não há fluído, não há seiva, não há mel.
09 agosto, 2011
Eu e mais alguém.
Aglutinar os nossos corpos,
Até as curvas se cansarem,
Ver o suor em cada dobra, divino.
Dançar com sua língua sem música alguma,
E se perder no mudo refrão de um bolero.
Refrão sem letra, inútil, sem sentido.
Seus dizeres de prazer já me satisfazem.
Aglutinar nossas almas, nossos corações.
Rir na cara do perigo quando tudo terminar.
Se é que algo um dia começou.
Voltar pra casa e ter alguém a esperar
Aglutinar nossos corpos,
Até o ultimo e maior suspiro de prazer.
Pra depois em meus sonhos você me esfalecer,
Aglutinando nossos corpos.
Até as curvas se cansarem,
Ver o suor em cada dobra, divino.
Dançar com sua língua sem música alguma,
E se perder no mudo refrão de um bolero.
Refrão sem letra, inútil, sem sentido.
Seus dizeres de prazer já me satisfazem.
Aglutinar nossas almas, nossos corações.
Rir na cara do perigo quando tudo terminar.
Se é que algo um dia começou.
Voltar pra casa e ter alguém a esperar
Aglutinar nossos corpos,
Até o ultimo e maior suspiro de prazer.
Pra depois em meus sonhos você me esfalecer,
Aglutinando nossos corpos.
08 agosto, 2011
Carta para alguém.
Eu sempre volto sem saber pra onde ir.
A chegada nunca é boa, sem muitas recepções, ninguém.
Mas, estou aqui esperando por você.
Será que você, onde quer que esteja se pergunta o mesmo ?
Não tem sido fácil viver assim, sem sentir nada, preciso de você.
Um abraço é pedir muito? Eu não entendo.
Você virá um dia pra tomar sorvete comigo?
Vai me sujar e depois dizer o quanto me ama?
Podemos até andar sob a mesma lua, mas, em atmosferas diferentes.
E eu ainda continuo esperando, e esperando.
Eu o desespero de sentir algo e ter alguém, meus pensamentos que já não vão bem,
E o estalo do cigarro queimando devagar.
Não posso mais chorar, pois como disse não sinto nada.
A não ser a angústia que é esperar por você.
Alguém anônimo que talvez nem exista.
Não sei se aguento muito tempo.
Com amor, para alguém esperado.
Evandro Ramos de Sant' Anna Junior.
18 julho, 2011
Título ?
Tem horas que a gente tenta falar e ninguém ouve, na verdade grita, isso é rotina, sinceramente não me canso de dizer coisas pra quem não quer ouvir, não falo só de amor, mas, de todas outras coisas que podem ser sim consideradas simples pra quem ouve e se esforça pra fingir que não ouviu. Como sou, a onde quero chegar? Não sei nem faço questão de saber ou ao menos tentar entender. Tenho sim meus defeitos e os mesmos estão a venda, alguém ai quer comprar?
Não sei de onde tiro forças pra sustentar algo tão grande, se o tempo causa desgaste nas coisas, por que ele não se encarregou de levar todas as lembranças? Até mesmo aquelas que eu criei pela falta que você me fez.
Se às vezes me calo pro mundo e o meu silêncio não diz nada pra você, serão inúteis as minhas palavras.
Na verdade, tudo está assim porque falta coragem, paciência, carinho e conversas.
Sobra egoísmo, mentira, medo e inexiste amor.
Não sei de onde tiro forças pra sustentar algo tão grande, se o tempo causa desgaste nas coisas, por que ele não se encarregou de levar todas as lembranças? Até mesmo aquelas que eu criei pela falta que você me fez.
Se às vezes me calo pro mundo e o meu silêncio não diz nada pra você, serão inúteis as minhas palavras.
Na verdade, tudo está assim porque falta coragem, paciência, carinho e conversas.
Sobra egoísmo, mentira, medo e inexiste amor.
12 julho, 2011
Tudo passa ?
O tempo passa e a gente passa correndo,
Nessa rua em que todo mundo passa e diz que tudo passa.
Mas, na verdade ninguém passa.
Evito ir a essa rua, tenho medo.
Ultimamente tenho falado muito e ouvido pouco.
Não quero ficar de saco cheio, só isso.
Eu peco tentando voltar, resolver as coisas.
Mas, você não volta.
E termino sozinho na rua em que tudo passa menos você.
Nessa rua em que todo mundo passa e diz que tudo passa.
Mas, na verdade ninguém passa.
Evito ir a essa rua, tenho medo.
Ultimamente tenho falado muito e ouvido pouco.
Não quero ficar de saco cheio, só isso.
Eu peco tentando voltar, resolver as coisas.
Mas, você não volta.
E termino sozinho na rua em que tudo passa menos você.
06 julho, 2011
Sai de mim saudosismo.
Eu andava pela rua e soltava a fumaça.
Queria que você me pedisse um trago, e não me tragasse.
Eu tinha tantos cigarros e você tinha parado.
Veio com a filosofia de que eu também devia parar, não consegui.
Eu andava na chuva, e as gotas desenhavam meu rosto pelo chão.
As poças tinham o gosto de minhas lágrimas, eu provei, era amargo.
Eu andava contra o vento pra ver se jogava tudo pra trás, nada feito.
Agora eu ando no presente gritando pelo passado e torcendo por um futuro.
Ainda trago, trago à você meu ultimo trago, e peço que me trague.
Me trague boas novas, dizendo que em dias como esse tudo vai dar certo.
Hoje eu olhei o crepúsculo e o vermelho no céu tinha o desenho do seu sorriso.
Era grande, muito grande e de fato o mais lindo que vi.
Em dias como esse eu não paro de tragar, nem por um segundo.
O cheiro que o tabaco tem me lembra 17/07/2010. Passei mal aquele dia.
E tendo feito todas essas coisas no passado, andar na chuva e contra o vento não me fez feliz, por que, infelizmente eu vivo em dias como hoje. Saudosismo total.
Queria que você me pedisse um trago, e não me tragasse.
Eu tinha tantos cigarros e você tinha parado.
Veio com a filosofia de que eu também devia parar, não consegui.
Eu andava na chuva, e as gotas desenhavam meu rosto pelo chão.
As poças tinham o gosto de minhas lágrimas, eu provei, era amargo.
Eu andava contra o vento pra ver se jogava tudo pra trás, nada feito.
Agora eu ando no presente gritando pelo passado e torcendo por um futuro.
Ainda trago, trago à você meu ultimo trago, e peço que me trague.
Me trague boas novas, dizendo que em dias como esse tudo vai dar certo.
Hoje eu olhei o crepúsculo e o vermelho no céu tinha o desenho do seu sorriso.
Era grande, muito grande e de fato o mais lindo que vi.
Em dias como esse eu não paro de tragar, nem por um segundo.
O cheiro que o tabaco tem me lembra 17/07/2010. Passei mal aquele dia.
E tendo feito todas essas coisas no passado, andar na chuva e contra o vento não me fez feliz, por que, infelizmente eu vivo em dias como hoje. Saudosismo total.
29 junho, 2011
Dança pra mim.
Seu sorriso não me encanta mais, nem o frio que eu costumava esperar.
O vento na janela, a cortina balançando e você na cama me chamando.
Não faz parte do meu show cantar poesias baratas pra você.
Não me encanta seu olhar amedrontado de tentar.
Nem a minha vontade gritante de chorar ou segurar o choro.
O que me encanta agora é o escuro, o tremor da batida e a língua na língua.
Me encanta quando a sua língua dança com a minha, mas já disse isso.
Por isso não prossigo, por que não me encanta frases repetidas, mesmo as que vem de mim, dos papéis que guardo com tanto carinho esperando um dia poder ler sem nenhum medo de chorar ou o caralho a quatro que for.
Não me encanta os Filhos de uma puta me chamar para dançar quando a música acaba.
O que me encanta é aquela pilastra, em que a gente se abraçava durante a batida delirante de Nirvana.
Mais porra nenhuma me agrada, a não ser a vontade grande que um certo alguém não tem de me agradar.
R- Ufa !
C- Gostou ?
R- Foi a mesma coisa.
C- Por que?
R- Por que é sempre a mesma coisa, e não gosto de doses repetidas.
C- Quer misturar?
R- Já misturamos de mais.
C- Você não cansa de mim não é?
R- De você não, da falta que você me faz.
C- Então eu te encanto?
R- De fato.
C- Isso é bom.
R- Volta?
C- Não, você não gosta de repetições.
O vento na janela, a cortina balançando e você na cama me chamando.
Não faz parte do meu show cantar poesias baratas pra você.
Não me encanta seu olhar amedrontado de tentar.
Nem a minha vontade gritante de chorar ou segurar o choro.
O que me encanta agora é o escuro, o tremor da batida e a língua na língua.
Me encanta quando a sua língua dança com a minha, mas já disse isso.
Por isso não prossigo, por que não me encanta frases repetidas, mesmo as que vem de mim, dos papéis que guardo com tanto carinho esperando um dia poder ler sem nenhum medo de chorar ou o caralho a quatro que for.
Não me encanta os Filhos de uma puta me chamar para dançar quando a música acaba.
O que me encanta é aquela pilastra, em que a gente se abraçava durante a batida delirante de Nirvana.
Mais porra nenhuma me agrada, a não ser a vontade grande que um certo alguém não tem de me agradar.
R- Ufa !
C- Gostou ?
R- Foi a mesma coisa.
C- Por que?
R- Por que é sempre a mesma coisa, e não gosto de doses repetidas.
C- Quer misturar?
R- Já misturamos de mais.
C- Você não cansa de mim não é?
R- De você não, da falta que você me faz.
C- Então eu te encanto?
R- De fato.
C- Isso é bom.
R- Volta?
C- Não, você não gosta de repetições.
23 junho, 2011
Eu cansei.
Olhei pra trás umas centenas de vezes, e cansei.
Cansei de tudo que fiz pra agradar, ou o contrário.
Cansei dessa hipocrisia do caralho.
Dessa gente que não ama, dessa gente desalmada.
Canso-me às vezes até da minha própria voz pela maioria das vezes que falo sozinho, isso realmente cansa. Fingir estar bem cansa, de mais.
Solidão pode sim ser companhia, é só saber domesticá-la. Difícil.
Chicoteio-me com minha própria dor, como diz a música:
"Cadê você que não me vê? Cadê você que eu não vejo?"
Não vou mais falar de amor, cansei!
Vou falar das transas intermináveis em motéis baratos.
Do verde que faz a cabeça.
Do branco que desperta.
Da vontade de te ter que é maior, do cansaço de estar sempre cansado.
Falar da minoria de uns filhos-da-puta que te deixam down.
Falar de tudo que estou cansado.
Talvez jogando tudo pra fora eu não me sinta mais assim.
Cansado.
R - Cansei.
X - Cansou de ... ?
R - De te procurar.
X - Não quer falar disso?
R - Já falamos de mais.
X - Talvez falamos de menos.
R - De menos foi você.
X - Hã? Não entendi.
R - O que quer fazer?
X - Conversar.
R - Pois, já conversamos.
X - Não do jeito que deve ser feito.
R - Fizemos do meu jeito, como disse cansei.
X - Você é quem sabe.
R - Não vê? Você cansa muito fácil.
X - Você é quem complica as coisas.
R – Assim é mais gostoso.
Cansei de tudo que fiz pra agradar, ou o contrário.
Cansei dessa hipocrisia do caralho.
Dessa gente que não ama, dessa gente desalmada.
Canso-me às vezes até da minha própria voz pela maioria das vezes que falo sozinho, isso realmente cansa. Fingir estar bem cansa, de mais.
Solidão pode sim ser companhia, é só saber domesticá-la. Difícil.
Chicoteio-me com minha própria dor, como diz a música:
"Cadê você que não me vê? Cadê você que eu não vejo?"
Não vou mais falar de amor, cansei!
Vou falar das transas intermináveis em motéis baratos.
Do verde que faz a cabeça.
Do branco que desperta.
Da vontade de te ter que é maior, do cansaço de estar sempre cansado.
Falar da minoria de uns filhos-da-puta que te deixam down.
Falar de tudo que estou cansado.
Talvez jogando tudo pra fora eu não me sinta mais assim.
Cansado.
R - Cansei.
X - Cansou de ... ?
R - De te procurar.
X - Não quer falar disso?
R - Já falamos de mais.
X - Talvez falamos de menos.
R - De menos foi você.
X - Hã? Não entendi.
R - O que quer fazer?
X - Conversar.
R - Pois, já conversamos.
X - Não do jeito que deve ser feito.
R - Fizemos do meu jeito, como disse cansei.
X - Você é quem sabe.
R - Não vê? Você cansa muito fácil.
X - Você é quem complica as coisas.
R – Assim é mais gostoso.
17 junho, 2011
Você chorou?
Você não quer chorar e nem lembrar? E eu? Por quanto tempo chorei lembrando, ou melhor, por quanto tempo vou chorar?
Você chorou? Eu sinceramente não sei.
Sei de mim, o tempo que perdi e o tempo que ainda perco tentando recuperar o tempo perdido, tentando me lembrar quando tudo começou se é que algo começou.
E se terminou?
Como pode ter terminado se nem começou?
Você não quer lembrar? Tem medo, por que sabe que só eu sei tudo que se passa, tudo que passou, tudo que se esconde e até mesmo o que será provavelmente escondido.
A velocidade das coisas te assusta, a mim não, a verdade é que pra mim ta tudo devagar, ou melhor, tudo parado, você não vê o mesmo.
Quer acabar com isso logo? Diz que não me ama, diz que não sente mais nada, despedaça logo toda essa dor que eu prometo não procurar, não escrever. Procurar não escrever.
Ando perdido tentando encontrar-me por dentro do meu próprio ser, difícil não?
Você Chorou? Eu chorei.
Sinto frio, vou tomar um capuccino.
Você chorou? Eu sinceramente não sei.
Sei de mim, o tempo que perdi e o tempo que ainda perco tentando recuperar o tempo perdido, tentando me lembrar quando tudo começou se é que algo começou.
E se terminou?
Como pode ter terminado se nem começou?
Você não quer lembrar? Tem medo, por que sabe que só eu sei tudo que se passa, tudo que passou, tudo que se esconde e até mesmo o que será provavelmente escondido.
A velocidade das coisas te assusta, a mim não, a verdade é que pra mim ta tudo devagar, ou melhor, tudo parado, você não vê o mesmo.
Quer acabar com isso logo? Diz que não me ama, diz que não sente mais nada, despedaça logo toda essa dor que eu prometo não procurar, não escrever. Procurar não escrever.
Ando perdido tentando encontrar-me por dentro do meu próprio ser, difícil não?
Você Chorou? Eu chorei.
Sinto frio, vou tomar um capuccino.
16 junho, 2011
Espero mesmo que leia.
Você odeia peixe só pelo cheiro, você não gosta da Samara, você tem medo de assumir coisas sérias, você é meio estabanada, atrapalhada, mas eu gosto. Seus olhos são grandes eu costumava zoar disso, você é pequena, ama guaraná antártica e talvez esse seja o motivo deu beber dois litros por dia. Quando você se mudou precisei me trancar no quarto, a gente se falava por horas no computador e mesmo quando o assunto acabava eu me sentia confortado por ter você ali, do outro lado da tela, você odeia que tire a pregadeira do seu cabelo, tem síndrome do pânico, ama Londres mesmo sem ter ido, diz que o Taylor é lindo, gosta de crepúsculo e por isso eu me senti na obrigação de ler o mesmo, suas fotos são sempre boas mesmo as que a seu ver não sejam, você tem sérios conflitos com sua mãe e irmã, vai à igreja obrigada na maioria das vezes, sorri torto, gosta de ler. Tem um grande amigo que mora longe pra cacete, mas se afastou um pouco dele. Você não gosta de Marlboro, ama a sua avó e gostaria que ela fosse sua mãe, tem uns parentes na Bahia é meio engraçado (rindo), você tinha mania de roer as unhas, gosta de ferrero rocher, têm as mãos pequenas, você tem a mania de falar “Bingulinho” quando se esquece o nome das coisas. Você é única, a cocaína feita sobre medida pra mim, talvez seja por isso que eu ainda te amo tanto, C.
09 maio, 2011
Entre o R e o I.
Ela mora na minha rua,
Mas, longe do número 63.
Ela passa às vezes e sorrir.
Eu paro e sofro um devaneio.
Ah... Que lindo devaneio.
Tempo sempre me sobrou, pra tudo.
Escrever, sonhar, sair pra me embriagar.
Mas, agora que eu preciso mesmo de tempo ele não me sobra.
Só pra dar um oi e poder sorrir com ela.
Eu chego do trabalho, ela podia estar dormindo, descansando.
Mas, mesmo estando cansada me espera.
Ninguém nunca, nunca fez isso,
Me esperar, coisa do tipo.
Ai a gente se fala, dez horas se tornam dez minutos.
Meus sonhos se completam, acho nela o meu mundo.
Ela é mais nova e diz que não se importa,
Eu fico com receio, tenho medo por ela.
E então sempre digo pra mim mesmo.
“Obrigado por fazer com que eu me sinta assim.”
R – Ah cheguei.
I – Dormi o dia inteiro pra não me sentir ansiosa.
R – Falou enquanto dormia?
I – Não sei, deixe-me perguntar a minha mãe.
Mas, longe do número 63.
Ela passa às vezes e sorrir.
Eu paro e sofro um devaneio.
Ah... Que lindo devaneio.
Tempo sempre me sobrou, pra tudo.
Escrever, sonhar, sair pra me embriagar.
Mas, agora que eu preciso mesmo de tempo ele não me sobra.
Só pra dar um oi e poder sorrir com ela.
Eu chego do trabalho, ela podia estar dormindo, descansando.
Mas, mesmo estando cansada me espera.
Ninguém nunca, nunca fez isso,
Me esperar, coisa do tipo.
Ai a gente se fala, dez horas se tornam dez minutos.
Meus sonhos se completam, acho nela o meu mundo.
Ela é mais nova e diz que não se importa,
Eu fico com receio, tenho medo por ela.
E então sempre digo pra mim mesmo.
“Obrigado por fazer com que eu me sinta assim.”
R – Ah cheguei.
I – Dormi o dia inteiro pra não me sentir ansiosa.
R – Falou enquanto dormia?
I – Não sei, deixe-me perguntar a minha mãe.
03 maio, 2011
Pra onde foi?
A onde tudo foi parar? Tudo aquilo que eu vivi ou senti há alguns tempos atrás, pra onde foi? Eu realmente me pergunto isso no mínimo três vezes ao dia, tanta coisa que não vai pra frente agora, mas antes passava voando e hoje eu me pego no presente. Por que isso? O presente não voa logo, pra que eu tenha recordações de hoje? Eu me pergunto a onde foi parar o “eu te amo” de verdade, aquele que não sai só da boca, e sim do coração, corpo e alma, por que ouvir falsidade casa, mentiras cansam e você nunca sabe de verdade quando algo é sincero. Por isso eu sempre me pergunto: “Cadê o amor? Onde está?”
30 abril, 2011
Go on.
Vá em frente, eu não ligo mais não quero esperar.
Já se passou tanto tempo, não? Eu me lembro daquele dia, e você?
Era um ponto de ônibus, apareceu um bêbado, e ai nos beijamos.
Vá em frente, eu não ligo mais.
Já se foi o tempo em que eu ligava, mas agora, nos entendemos, não é mesmo?
Será que só eu grito pelo passado? Se for, pode ir em frente.
Vá em frente, eu não ligo mais.
Eu não fecho mais os olhos pra ter você perto de mim,
Não espero a sua mão, seu sorriso, nada disso.
Com tudo isso, aprendi o suficiente pra saber quando tudo acaba.
E o nosso pra sempre acabou.
Então, Vá em frente.
Já se passou tanto tempo, não? Eu me lembro daquele dia, e você?
Era um ponto de ônibus, apareceu um bêbado, e ai nos beijamos.
Vá em frente, eu não ligo mais.
Já se foi o tempo em que eu ligava, mas agora, nos entendemos, não é mesmo?
Será que só eu grito pelo passado? Se for, pode ir em frente.
Vá em frente, eu não ligo mais.
Eu não fecho mais os olhos pra ter você perto de mim,
Não espero a sua mão, seu sorriso, nada disso.
Com tudo isso, aprendi o suficiente pra saber quando tudo acaba.
E o nosso pra sempre acabou.
Então, Vá em frente.
26 abril, 2011
22 abril, 2011
Qual o lado certo?
Você diz que eu enganei que eu menti que fiz planos de mais, que eu te magoei que te fiz chorar. E quanto a mim? Por quanto tempo eu esperei quantas vezes eu olhei pela janela e fiquei esperando você voltar? Quantas vezes eu entreguei em tuas mãos a minha confiança e você pôs tudo a perder? Quantas vezes eu tive que sorrir pra segurar o choro perto dos outros? Acha que foi difícil pra você ter que ir embora? Ainda não sei o que é pior, o teu egocentrismo ou minha alta capacidade de perdoar. Por que ainda faço as mesmas coisas, coloco o rosto na janela, perdôo você, e demais coisas. E você com o que me paga?
19 abril, 2011
Um recado para o C.
Assim do nada eu me pego pensando em você, na verdade, pensando em tudo que disse quando decidi deixar você para trás, acredite, não foi fácil. Não está sendo fácil seguir outro caminho, um caminho diferente do teu, é mais difícil ainda perceber que você anda ignorando tudo que eu disse. Você está pelo caminho errado, com pessoas erradas é tão difícil entender isso? Já que não pode ficar comigo seja prudente e escolha pessoas certas, caminhos certos, que não vão te machucar, pois, acredite alguém que fez algo que machucou uma pessoa próxima a ela não é por que é você que ele não fará de novo só por que você é amiguinha de virar abobora, pense em outras pessoas que sofrem com suas atitudes, não sou só eu, o mundo não sou eu, e nem você. Dê valor a quem está perto mesmo de ti, tipo pessoas que você considera importante e pessoas que sabem que você é importante, por que dói te ver até mesmo falando com gente que engana a gente, que está do outro lado, por que o que eu disse àquele dia, não foi nada fácil e eu não quero que tenha sido em vão.
12 abril, 2011
Quando o R se cansa.
Você mudou de lugar.
Mudou você mesmo.
Onde está?
Estou sonhando, sinto medo.
Sinto o vento, não sinto os pés,
Não no chão.
De olhos fechados espero você chegar,
Por favor, me acorde quando tudo acabar.
R. - Cansei.
C. - Eu também.
Mudou você mesmo.
Onde está?
Estou sonhando, sinto medo.
Sinto o vento, não sinto os pés,
Não no chão.
De olhos fechados espero você chegar,
Por favor, me acorde quando tudo acabar.
R. - Cansei.
C. - Eu também.
10 abril, 2011
Só pro teu prazer.
Você procura algo em mim,
Algo só pro teu prazer.
Me pergunto se um dia,
Você vai me entender.
Do tubo tiro a imaginação,
Da tinta a sua canção.
A música toca no embalo.
No embalo da minha queda,
Queda essa que queima,
Queima como meu cigarro.
Você tenta imaginar,
Algo só pro teu prazer,
Então você me liga.
Pro teu gozo eu proteger,
Dos que sonham em um dia,
Poder transar com você.
Algo só pro teu prazer.
Me pergunto se um dia,
Você vai me entender.
Do tubo tiro a imaginação,
Da tinta a sua canção.
A música toca no embalo.
No embalo da minha queda,
Queda essa que queima,
Queima como meu cigarro.
Você tenta imaginar,
Algo só pro teu prazer,
Então você me liga.
Pro teu gozo eu proteger,
Dos que sonham em um dia,
Poder transar com você.
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